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Qual minha vocação profissional? Descubra quais são seus talentos e como usá-los a seu favor
De olho no futuro

Qual minha vocação profissional? Descubra quais são seus talentos e como usá-los a seu favor

Ao escolher uma carreira profissional, o ideal é que tentemos encontrar uma profissão que vá ao encontro do que gostamos, do que sabemos fazer e do que pode ser revertido em sustento. No entanto, a urgência por um emprego no início da vida adulta muitas vezes precipita esse processo de escolha. Com isso, acabamos por dar pouca atenção à nossa verdadeira vocação profissional na hora de entrar no mercado de trabalho.

O resultado a gente já conhece: com a carreira já quase consolidada, o profissional passa a se questionar se era isso mesmo que gostaria de estar fazendo. Ou, talvez até esteja fazendo aquilo que gostaria, mas não da maneira como havia imaginado quando iniciou a jornada profissional. Você se sente assim?

Esse sentimento de dúvida se instala porque sabemos muito pouco sobre nossa vocação profissional e, especialmente, sobre nossos talentos. Será que você consegue responder com facilidade qual a sua vocação profissional e que talentos você utiliza para alcançá-la?

Se a resposta for não, continue com a gente nesse conteúdo. Nós convidamos o psicólogo e professor do Centro Universitário Internacional Uninter para nos guiar nessa viagem em busca de descobrirmos nossas vocações e talentos. Vamos juntos?

Vocação profissional, muito prazer. Sou sua missão de vida!

A dificuldade em descobrir a nossa vocação profissional começa antes de pensarmos em um emprego ou uma carreira para o futuro. Na verdade, começa na construção da nossa autoestima: a maioria das pessoas sequer acredita que são dotadas de uma vocação, de uma missão de vida. Então, para darmos o pontapé inicial nessa busca, conscientize-se da frase a seguir:

Todos nós nascemos para deixar uma marca no mundo.

Por isso, não tenha dúvidas de que você nasceu dotado de uma vocação profissional e de talentos para realiza-la e que o mundo está esperando que você ofereça suas qualidades a ele. Nós apenas precisamos descobrir qual nos pertence e como podemos utilizá-la como instrumento da nossa missão de vida.

Segundo o psicólogo e professor do Centro Universitário Internacional Uninter, Ivo Carraro, a vocação é um chamado íntimo inerente a todo ser humano e ele se manifesta em você desde a sua infância. “Vocação é a motivação humana presente em toda ação”, explica. Para fazê-la manifestar-se, tente responder à pergunta: o que mais traz alegria a você?

Carraro nos aconselha a procurar uma resposta simples. Por exemplo, “o que me traz alegria é cuidar das pessoas ao meu redor”. Se oferecer os seus cuidados traz prazer e paz de espírito a sua vida, essa pode ser a sua vocação profissional. Ou, quem sabe, sua principal alegria seja brincar, dançar e rir? O processo de brincar é muito utilizado na aprendizagem; nesse caso, sua vocação pode estar relacionada ao lúdico.

Use seus talentos disponíveis e os aprimore

Não se preocupe se a resposta que você encontrou for muito genérica. A sua vocação, ou missão de vida, tem essa característica: é um sentimento, um dever interno, que não consegue ser apagado do seu íntimo. Muitas pessoas acham que não tem uma vocação profissional porque não conseguem justamente nomeá-la. Por isso, nesse primeiro momento, se esforce para tentar dar um nome a esse dever interno.

Feito isso, nos orienta Carraro, comece a identificar seus talentos. Pegue um lápis e uma caneta e escreva quais são suas aptidões. Não tenha vergonha se parecem “simples”. Pode ser algo como “sou rápida em organizar meu quarto, gosto de ajudar meu pai a consertar seu carro, pinto e lixo minha unha muito bem ou entendo muito bem o sistema de funcionamento do meu celular”.

Diferentemente da vocação, os talentos são menos abstratos; podem ser descritos como algo quase físico, como um… martelo. Sim, um martelo, pois os talentos são ferramentas racionais, lógicas. “As crianças nascem com potencial de inteligências. Pelas experiências de vida delas é que as suas inteligências serão desenvolvidas como, por exemplo, a inteligência lógico-matemática, linguística, sinestésica, espacial, musical”, explica o psicólogo.

Mas é preciso lapidá-los para nossa vocação a aflorar

O talento, nos conta o professor Carraro, é uma ferramenta que pode ser utilizada para uma prática, seja de estudos, nas artes, no trabalho. No entanto, nem sempre nosso talento chega até nós como algo pronto, assim como um martelo, que já conquistou uma função específica e está pronto para servir de instrumento para uma construção maior.

Isso significa que os talentos, para que sirvam à sua vocação, precisam ser aprimorados. Raras são as pessoas que já nascem com talentos prontos: todos somos convidados a praticar, desenvolver, estudar e aprimorar quem somos.

É por isso que o ensino superior é tão valorizado nos dias de hoje. É por meio de uma graduação que nós conseguimos aperfeiçoar nossos talentos. De um ferro frio, transformamos nosso potencial em um martelo pronto para ajudar na construção de uma casa.

Os seus talentos devem estar a serviço da sua missão de vida

No entanto, é importante que você não confunda a sua vocação profissional – o seu chamado interno para o mundo – com os seus talentos. O que você sabe fazer, ou seja, seu talento, deve sempre estar à serviço da sua missão de vida e não o contrário.

Pense com a gente: do que adianta uma pessoa com alto nível de inteligência decidir fazer Medicina, sendo que não tolera ver sangue ou se relacionar com o próximo? Pode ser que o talento dessa pessoa a dirija a uma profissão rentável, mas, por não seguir sua vocação, a chance de no futuro se sentir desmotivado e infeliz é enorme. Faltou algo no tripé “gostar, saber fazer e rentabilidade”.

Respeite seus limites: uma profissão rentável, mas que viole nosso chamado interno, nos leva ao adoecimento.

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