Vô Carlos, personagem da novelinha da Uninter O Próximo Passo observa um diploma em casa, próximo a uma janela iluminada.

Não, não existe uma idade para estudar. Embora seja comum associar os estudos à juventude e ao início da vida profissional, aprender pode fazer parte de diferentes momentos da vida. Veja o caso do Vô Carlos, no sexto episódio de “O Próximo Passo”: a vida apertou durante a juventude, e a necessidade de trabalhar lhe exigiu abdicar dos estudos. Depois de um tempo, trabalhando em diversas áreas, teve sua primeira oportunidade de voltar a estudar, num curso profissionalizante. Em seguida, veio a tão sonhada graduação — uma grande conquista. Com isso, Vô Carlos pegou gosto por aprender e não parou mais.

Isso significa que você, que está pensando se é tarde demais para estudar, precisa começar e não parar mais também? Não, nada disso. Estudar não precisa ser uma obrigação permanente, nem seguir um ritmo determinado. O importante é entender que o aprendizado pode voltar a fazer parte da sua vida sempre que fizer sentido para você. Talvez agora seja o momento de começar uma graduação ou cursar uma segunda graduação — por que não? Não existe uma única maneira de aprender, assim como não existe uma única e determinada idade para estudar.

Ainda não assistiu o sexto episódio de “O Próximo Passo”? Clique aqui e assista.

Neste blog, vamos mostrar por que não há uma idade certa para começar a estudar e como diferentes momentos da vida podem ser também momentos de aprendizado. A educação não precisa seguir um calendário único: ela pode acompanhar a trajetória de cada pessoa.

 

Não existe uma idade certa para começar

A ideia de que existe uma idade ideal para estudar costuma estar ligada a uma trajetória considerada “normal”, mas que também está baseada em certo ideal: terminar a escola, entrar na faculdade, formar-se, conseguir um emprego e seguir uma carreira de sucesso. Mas a vida raramente acontece de maneira tão linear (e perfeita).

Há quem descubra uma área de interesse mais tarde — até porque, quando terminamos o ensino médio, nem sempre temos certeza de que nossa escolha profissional permanecerá a mesma ao longo da vida. Há também quem precise interromper os estudos por alguns anos, como o Vô Carlos, ou quem simplesmente perceba, depois de algum tempo, que gostaria de seguir outro caminho profissional. Todos esses cenários e possiblidades demonstram que a decisão de estudar pode surgir em momentos muito distintos.

Leia mais: Especialização: o caminho para sair da estagnação e avançar na carreira.

E isso não torna uma escolha mais válida do que outra. Não é bem por aí. A verdade é que a idade para estudar pode ser aquela em que existe vontade, necessidade ou oportunidade de começar, de mudar. Evitar comparar-se com a trajetória de outras pessoas é uma lição valiosa que precisamos aprender. Cada caso, um caso.

 

Em cada fase da vida, um motivo diferente para estudar

Ingressar em uma graduação pode representar coisas muito diferentes para cada pessoa. Para alguns, é a oportunidade de finalmente cursar uma área que sempre despertou interesse — muitas vezes, até mesmo depois de a pessoa já possuir uma graduação. Para outros, pode ser o primeiro passo para uma mudança profissional ou a retomada de um plano que precisou ser adiado.

Também há quem decida estudar depois de anos de experiência no mercado de trabalho. O mercado, sempre em transformação, muitas vezes nos exige mudanças e adaptação. Nesse caso, os conhecimentos adquiridos ao longo da carreira podem se encontrar com uma nova formação e ajudar a ampliar possibilidades ou abrir caminhos diferentes. Não é preciso começar do zero para aprender algo novo.

Em outras situações, a busca por aprender está menos relacionada a uma mudança e mais ao desejo de continuar se desenvolvendo. Uma graduação, uma pós-graduação ou outro tipo de formação pode acompanhar uma nova fase, trazer novos interesses e até ajudar a visualizar a própria trajetória por outra perspectiva.

Por isso, como já mencionado antes, não existe um único motivo para estudar, assim como não existe uma única idade para estudar. O que leva uma pessoa a dar o primeiro passo pode ser justamente aquilo que torna um específico momento da vida o mais adequado para dar esse passo.

Leia mais: Comecei uma graduação e descobri que o curso não é o ideal. O que fazer?

 

Quando estudar ganha um novo significado

Estudar em diferentes fases da vida também significa chegar à sala de aula com experiências, conhecimentos, expectativas e objetivos distintos. Quem começa uma graduação aos 18 anos pode estar descobrindo seus primeiros caminhos profissionais. Quem começa aos 40 pode trazer anos de experiência de trabalho para esse mesmo espaço. Não existe uma experiência melhor ou mais adequada, pois cada trajetória acrescenta algo diferente ao aprendizado.

Momento da vida O que pode levar alguém a estudar O que a formação pode proporcionar
Início da vida adulta Escolher uma profissão e construir uma carreira Conhecimentos para entrar no mercado de trabalho
Após alguns anos de carreira Buscar novas oportunidades ou assumir novos desafios Atualização e ampliação das possibilidades profissionais
Em uma mudança de área Descobrir uma nova profissão ou interesse Conhecimentos para construir uma nova trajetória
Depois de uma pausa nos estudos Retomar um plano que ficou adiado A oportunidade de voltar a investir na própria formação
Em uma fase de maior experiência Aprofundar conhecimentos ou explorar novos interesses Novas perspectivas e possibilidades de aprendizado

 

Ainda não assistiu o sexto episódio de “O Próximo Passo”? Clique aqui e assista.

Seja qual for o momento, estudar não apaga o caminho percorrido até ali. Pelo contrário: experiências profissionais e pessoais também fazem parte do processo de aprendizagem. É por isso que começar mais tarde não significa começar sem nada. Cada pessoa chega aos estudos carregando uma história diferente.

 

O próximo passo pode ser agora!

Pouco importa, como podemos perceber, se a decisão de estudar surgiu no início da vida adulta, depois de alguns anos de carreira ou em uma fase completamente diferente. O mais importante é encontrar uma formação que faça sentido para o momento atual e que permita avançar de acordo com os próprios objetivos.

Na Uninter, você encontra as opções que mais se adequam ao seu perfil, ao seu momento, desde uma graduação, a distância, semipresencial ou presencial, até uma pós-graduação ou um curso técnico a distância.

Leia mais: A importância da graduação semipresencial para a sua carreira

A idade para estudar não é o que define quando começar. Se existe um plano para tirar do papel, o próximo passo pode ser hoje. Conheça os cursos da Uninter e encontre a formação que combina com os seus objetivos.

 

Perguntas Frequentes (FAQ)

Existe idade certa para começar a estudar?

Não. Não existe uma idade certa para começar a estudar. A decisão pode acontecer em diferentes fases da vida, seja para iniciar uma graduação, mudar de carreira, retomar os estudos ou aprofundar conhecimentos.

Vale a pena começar uma faculdade depois dos 30, 40 ou 50 anos?

Sim. Uma graduação pode contribuir para diferentes objetivos profissionais e pessoais, independentemente da idade. Experiências adquiridas ao longo da vida também podem enriquecer o processo de aprendizagem.

É possível conciliar estudos com trabalho e outras responsabilidades?

Sim. A escolha da modalidade de ensino pode facilitar essa conciliação. Graduações a distância e semipresenciais, por exemplo, oferecem alternativas para quem precisa adaptar os estudos à rotina de trabalho e às demais atividades.

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